Publicado por: enguardas | 26/02/2010

O galo da velha Luciana de António Mota

Gostamos de ler a obra e divertimo-nos imenso na elaboração do galo da velha Luciana.

Era uma vez uma velha que pegava em ovos e colocava-os à lareira a chocar em Janeiro.

Todos os anos, os ovos chocavam todos e vendia os frangos na feira para ter dinheiro para comprar roupa. Uma vez só nasceu um pinto e era muito diferente dos outros. Era mudo, sem penas e ninguém gostava dele.

Encontrava migalhas e comia. Uma vez a velha sentou-se ao pé da lareira e saltou-lhe uma brasa para a saia. Ele penicou-lhe as pernas para a acordar.

A velha Luciana ficou mais amiga dele e deu-lhe mais comida. Ele engordou um bocado porque era muito magrinho.

Um dia engoliu uma moeda que os pais da velha Luciana lhe tinham dado e desmaiou. A velha tirou a moeda e viu que era a que procurava.

A partir daí, ficaram amigos para sempre.

Beatriz Couto 4.º ano E


Respostas

  1. Gostei muito!!!!!!!!!!

    • Beatriz Couto gosto muito da história o galo da velha luciana, mas podia publicar a história completa

  2. Aqui ista a historia completa
    Era uma vez uma velha chamada Luciana.

    Luciana era magra, baixa, o rosto cheio de rugas e tinha muitos anos.

    Há muitos anos morava ela no Lugar da Ordem que era uma aldeia.

    A aldeia ficava perto da Serra do Marão.

    Na Serra do Marão ficava a casa da velha Luciana.

    A Luciana, foi ao galinheiro buscar uma galinha para chocar 18 ovos.

    Os ovos deram origem a 18 pintainhos que cresceram e deram 18 belos frangos.

    Os frangos foram vendidos na feira, pela velha.

    A velha com o dinheiro comprou uma saia, um lenço, uma blusa, um par de sapatos, um chapéu de palha e um vaso com flores.

    As flores coloriam a sua casa.

    Na casa, voltou a velha a pôr a galinha a chocar 18 ovos.

    Dos 18 ovos só nasceu 1 pintainho.

    O pintainho não tinha penas e era mudo.

    Mudo porque não cacarejava.

    Quem cacarejava eram os galos que andavam atrás do frango.

    O frango, nesse dia, entrou na cozinha e salvou a velha que tinha a saia a arder.

    A arder porque lhe saltou uma brasa para cima.

    Em cima do seu colo, a velha pôs o galo e abraçou-o.

    Abraçou com carinho e ele cantou pela primeira vez:

    “Totatitetuuuuuuuu…”!

    “Totatitetuuuuuuuu…” cantava o galo quando esgaravatava e encontrou uma coisa amarela e brilhante .

    Brilhante era a moeda que ele engoliu.

    Engoliu a moeda que era do pai da velha Luciana.

    A Luciana com dois dedos retirou a moeda da garganta do galo.

    O galo continuou desmaiado e a velha colocou-o ao pé do calor do fogão.

    No fogão , estava ele de manhãzinha quando a Luciana o viu vivo.

    Vivo e muito diferente: tinha o bico azul, crista roxa e cheio de penas amarelas.

    Amarelas e diferentes de todos os outros galos.

    O galo e a velha Luciana tornaram-se amigos inseperáveis!


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